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Otoplastia – a cirurgia de correção das orelhas em abano

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Existem 3 tipos de deformidades considerados orelhas de abano:
- Concha da orelha (parte interna) muito grande;
- Dobra superior da orelha ausente;
- Ângulo muito aberto entre cabeça e orelha (a mais comum).

Para todos esses tipos de deformidade na orelha, a otoplastia, cirurgia plástica corretiva da orelha em abano, é o procedimento indicado. O processo de recuperação da cirurgia é tranquilo e o resultado, geralmente, bastante satisfatório, podendo ser visto em poucas semanas depois do procedimento. A cicatriz fica localizada atrás da orelha e o processo de cicatrização se encerra em cerca de seis meses.

A anestesia, via de regra, é local com uso de sedação, mas pode variar de acordo com a avaliação do cirurgião plástico, que pode optar por uma anestesia peridural ou geral. O paciente que faz uma otoplastia costuma ficar no hospital por, no máximo, um dia.
As recomendações de pré e pós-operatório são as mesmas para outras cirurgias, no entanto, o paciente deve seguir sempre outras orientações específicas dadas pelo especialista, lembrando que o retorno ao médico é importante para a boa manutenção da otoplastia.

Os tipos de lipoaspiração

 

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A lipoaspiração é a cirurgia plástica que retira a gordura localizada abaixo da pele, com o objetivo de melhoria do contorno corporal, mas não é indicada para quem está muito acima do peso ideal.

Existem algumas técnicas que podem ser utilizadas nessa cirurgia. Na lipoescultura, por exemplo, busca-se melhorar a silhueta através da remoção da gordura excedente em determinada área. A diferença do procedimento tradicional é que a lipoescultura realoca a gordura do próprio paciente nas regiões desejadas.

Outro tipo é a vibrolipo, que tem os mesmos objetivos da lipoaspiração, porém utiliza uma técnica diferente. Além das cânulas, existe um vibrolipoaspirador, que faz a cânula vibrar, facilitando a penetração no tecido gorduroso.

Há também a laserlipo, técnica que utiliza um laser juntamente com a cânula para quebrar as células de gordura. Essa técnica, no entanto, não é muito utilizada devido aos riscos de queimaduras que pode oferecer.

A técnica da minilipo é a mesma da lipoaspiração tradicional, mas elimina uma quantidade menor de gordura e é indicada para pessoas com pouca gordura localizada. A lipolight é uma variação de nome da minilipo, mas a técnica usada é a mesma.

Outro procedimento, que também retira pouca gordura corporal em relação à lipoaspiração tradicional, é a hidrolipo. Injeções de soro fisiológico são dadas ao paciente, de modo que as células de gordura se rompam, facilitando a sucção.

Tal como na vibrolipo, na lipoultrassônica um aparelho é utilizado juntamente com as cânulas. A diferença é que nessa lipoaspiração a quebra das células de gordura é feita através de ondas de ultrassom.

Por fim, o último tipo de lipoaspiração é a slimlipo. Nela também se usa o laser, porém é uma fibra ótica que faz o contato do laser com o paciente, o que diminui o risco de queimaduras na pele. Ela busca reduzir a gordura localizada e retrair a pele, a fim de evitar ondulações.